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quinta-feira, 30 de julho de 2009

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

Atualmente muito se fala a respeito de desenvolvimento sustentável. Todo desenvolvimento requer o uso de energia. No entanto, só há desenvolvimento sustentável com energia vinda de fontes renováveis, ou seja, aquelas que não consomem combustíveis e não produzem resíduos prejudiciais, e, quando bem planejadas, não geram conseqüências para o meio ambiente.Uma das tecnologias renováveis mais promissoras e recentes de geração de energia elétrica é a fotovoltaica, que gera eletricidade de forma distribuída, característica que se diferencia da forma como se constitui o setor elétrico brasileiro. Representa uma solução sustentável, uma vez que o material ativo na maioria dos módulos é o silício, que conforme Hammond (1998), é o segundo elementos mais abundante na superfície terrestre.O sistema fotovoltaico é silencioso, estático e sem nenhuma depleção de materiais, que converte diretamente a energia do sol em energia elétrica.Por meio do efeito fotovoltaico a energia contida na luz do sol pode ser convertida diretamente em energia elétrica. Este método de conversão energética apresenta como grandes vantagens sua extrema simplicidade, a inexistência de qualquer peça mecânica móvel, sua característica modular (desde mW até MW), os curtos prazos de instalação e posta em marcha envolvidos, o elevado grau de confiabilidade dos sistemas e sua baixa manutenção. Além disso, sistemas solares fotovoltaicos representam uma fonte silenciosa, não-poluente e renovável de energia elétrica bastante adequada à integração no meio urbano, reduzindo quase completamente as perdas por transmissão e distribuição da energia devido à proximidade entre geração e consumo.
Esta fonte energética, tradicionalmente atrativa em sítios até onde a rede elétrica convencional por qualquer motivo não é estendida (sistemas isolados ou autônomos), começa agora também a ser economicamente interessante em aplicações conectadas à rede elétrica pública. Neste caso, painéis solares fotovoltaicos são incorporados ao telhado ou fachada de prédios urbanos e casas e injetam energia elétrica na rede, funcionando como mini-usinas em paralelo com às centrais geradoras, como será a seguir descrito. Painéis solares fotovoltaicos, baseados na tecnologia tradicional do silício cristalino (tanto na forma monocristalina m-Si, como na forma policristalina p-Si, doravante denominados genericamente por c-Si), sofreram uma redução de custos apreciável desde suas primeiras aplicações no fornecimento de energia elétrica para satélites.
Conforme Rüther (2004), os sistemas autônomos se caracterizam pela necessidade de um banco de acumuladores químicos (baterias), onde a energia gerada pelos painéis solares é armazenada e distribuída aos pontos de consumo. Esse é o tipo de sistema atualmente competitivo, economicamente, com formas mais convencionais de geração. Sistemas autônomos são normalmente utilizados quando o custo de estender a rede elétrica publica for proibitivo, ou quando o local for de difícil acesso. Os sistemas interligados à rede elétrica, por outro lado, dispensam o uso de acumuladores. Podem ser integrados à edificação, se sobrepondo ou substituindo os elementos de revestimento e, portanto, próximo ao ponto de consumo; ou do tipo central fotovoltaica, sendo esta, distante tipicamente do ponto de consumo.
O Painel Fotovoltaico é um dispositivo constituído por aproximadamente trinta e seis células solares utilizado para converter energia solar em eletricidade. A conversão direta da energia solar em corrente elétrica é realizada nas células solares através do efeito fotovoltaico, que consiste na geração de uma diferença de potencial elétrico através de radiação.

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